1 - TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA SLIDE
2 - ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO SLIDE
3 - ESTRUTURA DE OCUPAÇÃO DA POPULAÇÃO
PŔATICAS DE GEOGRAFIA
1- Planejamento
PLANEJAMENTO - PROJETO DE VIDA 2023 - 2ª SERIE
2 - Materiais
DIMENSÕES DA PERSONALIDADE HUMANA
IMPORTACIA DA DISCIPLINA PROETO DE VIDA
3 - Portfólio
PLANEJAMENTO DAS AULAS - PROJETO DE VIDA - 3ª ANO 2023
ATIVIDADE DE PORTFÓLIO 1 - 3ª SERIE
ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES ( GEOGRAFIA/FILOSOFIA/SOCIOLOGIA)
ATIVIDADE GEOGRAFIA E FILOSOFIA- RELEXÃO SOBRE ÉTICA. ESTETICA. LOGICA E ESPAÇO GEOGRAFICO
REFLEXÕES ÉTICAS. ESTÉTICAS E LÓGICAS SOBRE O ESPAÇO GEOGRÁFICO
ATIVIDADE 2 - REFLEXÕES ÉTICA. ESTÉTICA. LOGICA SOBRE O ESPAÇO GEOGRAFICO
O objetivo é introduzir de maneira breve alguns dos clássicos interpretes da formação brasileira: Joaquin Nabuco, Sérgio Buarque de Holanda, Raymundo Faoro, Gilberto Freyre, Caio Prado e Celso Furtado. Para além de expor as principais referências teóricas sobre o assunto, objetiva-se também apresentá-las de maneira crítica e incentivando a leitura ativa dos estudantes, propondo questões e provocações sobre as suas teses na medida em que são apresentadas.
NOSSOS HERÓIS… Morreram ou não de overdose? Ou são eles a nossa overdose?
Acho importante comentarmos esse titulo. Trata se da apropriação de uma expressão do genial Cazuza em uma de suas canções. Tenho para mim que nessa canção ele se mostra desiludido com esses ditos heróis. Aqui inicio nossa discussão. Uma nação ou um povo não se constrói sem heróis.
Nossos heróis nacionais podem ser entendidos dentro da dimensão simbólica e mitológica, portanto são construções que ao longo do tempo sedimentam e passam a dar sentido á nação. São elogiados. Enaltecidos. Sempre possuem seus nomes em logradouros públicos, ruas, praças, avenidas, hospitais, rodovias, escolas etc.
Os heróis nacionais são apresentados, criados e perpetuados no imaginário de uma nação para serem, exemplo a ser seguido.
Vejamos um exemplo. OS BANDEIRANTES.
O que você sabe sobre os bandeirantes?
Bem, com certeza você aprendeu na escola desde o inicio do ensino fundamental que foram desbravadores. Expandiram o território brasileiro para além do Tratado de Tordesilhas. Era corajosos, inovadores, patriotas, levaram a civilidade aos indígenas do centro oeste do Brasil, e por fim, enfrentavam a coroa portuguesas com suas incursões.Esse mito como todos os mitos nacionais, são frutos de construções históricas. E como tal sujeitos a revisões, ou seja , chega um momento que a galera olha, e diz, espera aí! Isso não faz mais sentido!
Lembram de junho de 2020, quando tivemos vários movimentos e passeatas de protesto em oposição ao racismo, intitulado black lives matter (vidas negras importam), #BlackLivesMatter. O movimento, surgido em 2013, ganhou novo espaço internacional a partir de protestos contra o homicídio de George Floyd, afro-americano, em Minneapolis, e tem gerado “ataques” a estátuas que representam símbolos escravocratas pelo mundo, variando de pichações até o arremesso de uma escultura em um rio na Inglaterra”. O que fazer com as estátuas de Bandeirantes?
Então… nossos heróis envelhecem. Perdem sentido e significância. Isso, quando acontece, a nação estremece. Em muitos casos, pode ser o inicio de uma revolução! Isso mesmo, parcela da população acorda e começa a criticar os heróis nacionais! Nesse período no Brasil por exemplo estátuas de bandeirantes como o Borba Gato foram vandalizadas!Peter Burke, professor e Historiador nos dá algumas dicas que, Os heróis são em grande maioria do passado, ao ser reproduzidos ou lembrados em cerimonias, nos livros didáticos da escola, nas palestras faz com que mesmo sendo do passado, os bandeirantes, por exemplo, foram do seculo XVIII, mas tornam se atuais. A gente trata os como sendo de nossa época que segundo o pesquisador cria no espectador um efeito de realidade e aceitação do que é representado. A ideia de se criar imagens “reais” e “vivas” do passado, atendendo a um projeto nacionalista específco dos grupos no poder, foi uma constante dentro da nossa construção política e identitária. É o processo de “heroificação”
Assim, segundo Raoul Girardet, esses heróis podem ser:
“Herói Idoso” – Aquele que teve altos cargos, conquistou fama nas lutas do passado, é experiente e moderado. Em um determinado momento, atendendo o “chamado” de seu povo, essa fgura abandona o projeto de uma velhice tranquila para “salvar” a pátria. Assim, sua tarefa seria a de apaziguar, proteger, restaurar a ordem e a paz social.Exemplo: Getúlio Vargas.
“Herói Jovem” – Aquele que, mesmo com pouca experiência, está disposto a se “sacrifcar” pelo seu
Exemplo : Dom Pedro I e a Imperatriz Leopoldina na época do nascimento do Brasil 1822.
Exemplo : Dom Pedro II
“Herói Profeta” - Aquele que, supostamente conduzido por um impulso “sagrado”, pretende “guiar” o seu povo pelos caminhos do futuro. São ótimos oradores e, com muito carisma, vincula o seu destino pessoal ao destino coletivo.
Exemplo : Antônio Conselheiro
Percebam que a utilização do passado no sentido de apontar os usos da história como meio para adquirir legitimidade política e benefícios frente a questões e posicionamentos sociais específicos. Ao longo de nossa história, vários interesses distintos trabalharam no campo da seleção de acontecimentos.
Vejam que trata se de conflitos de interesses que envolvem os sistemas de reconstrução dos acontecimentos históricos nacionais. Em cada momento, na construção de uma nação e de um povo como brasileiro, há um jogo de forças! O grupo dominante sempre deseja impor seus heróis á nação. Por isso você percebe porque temos dificuldade em identificar heróis nacionais negros, indígenas e pobres no Brasil. O Brasil tinha que branco. Masculino. Católico etc…. É uma verdadeira “queda de braço” em torno de símbolos e elementos identitários que constituem a nossa brasilidade.
Na aula anterior os alunos fizeram duas entrevistas cada um.
O questionário foi apresentado na aula "Orgulho de ser brasileiro" Questionário
Nessa aula retomo a discussão, tendo por base o resultado das entrevistas postadas na plataforma digital.
Pegamos as resenhas das entrevistas para direcionar á proxima etapa.
Direcionei as marcas da colonização no Brasil, o resultado das pesquisas REALMENTE revelaram um sentimento que se relaciona com essas marcas. A presença ou a falta de uma brasilidade descolonizada será um dos objetivos dessa aula.
A colonização deixou marcas em nós brasileiros/as? Como superar essas marcas?
ATIVIDADE 05Temos a seguir um slide com a temática "Elementos de uma bacia Hidrográfica".
Nessa aula preparamos um material para discutir Hidrologia. Tendo como foco a definição de bacia hidrográfica e rede hidrografica. Nascimento e formação de um rio. os regimes de um rio. Os sentidos de um rio, seu perfil bem como os sentidos de um rio. Os tipos de foz tambem é abordado.
Projeto “Orgulho de Ser Brasileiro/a”.
O objetivo principal desse questionário é que os estudantes consigam entrar em contato e estabelecer diálogo com pessoas do seu círculo social acerca do assunto tratado no Módulo 1 – A construção da Identidade brasileira.
Queremos saber os motivos pelos quais os sujeitos entrevistados se sentem orgulhosos ou não de serem brasileiros, permitindo que os mesmos se expressem e apontem os elementos que lhe convirem.
Acessem os materiais abaixo:Metodologia: Entrevista Semi Estruturada Questionário da entrevista
Vivemos atualmente em uma sociedade em constante mutação. As exigencias no mundo do trabalho estão cada vez mais dependendo da formação da personalidadde do que, exclusivamente da formação profissional técnica.
Hoje não basta a formação tradicional, exige se cada vez mais, hoje em dia da disposição do individuo e de suas relações interpessoais para conquistar espaço na vida social e no mundo trabalho.
Mas quais são as HABILIDADES E COMPETÊNCIAS atualmente?
Quando falamos em habilidades, falamos daquilo que aprendemos a fazer. Isso está associado a verbos de ação. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) indica três grupos de habilidades.
Porém, as habilidades devem vir acompanhadas das COMPETÊNCIAS - a aptidão para se fazer alguma tarefa ou função.
A seguir apresentamos dois modelos consagrados de competências. Big Five e Cassel
O território brasileiro, em virtude da sua localização e grande extensão, apresenta diferentes tipos de clima. Os principais climas do Brasil são: equatorial, tropical, semiárido, tropical de altitude, tropical atlântico e subtropical.
Equatorial: esse é o clima predominante na região Amazônica, que abrange a Região Norte e porções dos estados de Mato Grosso e Maranhão. A temperatura média anual é elevada, variando entre 25 °C e 27 °C, com chuvas durante todo o ano e alta umidade do ar.
Tropical: abrange estados das Regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. Apresenta duas estações bem definidas: inverno (seco) e verão (chuvoso). A temperatura média varia entre 18 °C e 28 °C.
Semiárido: esse clima do Brasil predomina no interior nordestino. A temperatura é elevada, com média de 27 °C, e as chuvas são escassas e irregulares. Essas características, além da falta de políticas públicas (construção de reservatórios de água), dificultam o desenvolvimento das atividades agrícolas.
Tropical de altitude: típico das áreas mais elevadas dos estados do Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo). A temperatura, com média anual entre 18 °C e 22 °C, é mais baixa nas áreas mais altas do relevo. Uma característica desse clima são as geadas durante o inverno.
Tropical atlântico: está presente na zona litorânea que se estende do Rio Grande do Norte, no Nordeste, ao Paraná, no Sul. A temperatura é elevada, por volta de 25 °C. As chuvas, regulares e bem distribuídas, são mais intensas no Sul e no Sudeste durante o verão e no Nordeste, durante o inverno.
Subtropical: clima predominante nas porções do território brasileiro situadas ao sul do Trópico de Capricórnio, na Zona Climática Temperada do Sul. Inclui os estados da Região Sul e parte de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A temperatura média é de 18 °C, considerada a mais baixa do país. As chuvas são regulares e bem distribuídas. O verão é quente e o inverno é bastante frio, sendo comum a ocorrência de neve ou geada em determinados lugares.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Escola Kids
"Os climas no mundo são bastante diversificados, provenientes das variadas massas de ar, localização geográfica, entre outros. No mundo se classificam pelo menos dez climas, os principais são:
1 – Climas Quentes:
1a. Equatorial: possui temperaturas médias acima de 25°C; clima quente e úmido, com índices plu
viométricos anuais acima de 2000 mm.
1b.Tropical: temperatura variando em 20°C no inverno e 25°C no verão, com duas estações bem
definidas, uma seca e outra chuvosa.
2 – Climas Mesotérmicos:
2a.Subtropical / Temperado: possui temperaturas médias entre 15°C e 20°C no verão, e no inverno as
médias variam entre 0°C a 10°C, chuvas bem distribuídas.
I- Oceânico: recebe influência dos oceanos e mares, tornando os invernos menos rigorosos.
II - Continental: praticamente não recebe influência dos oceanos, possui um inverno mais rigoroso.
2b.Mediterrâneo: possui invernos chuvosos e verões quentes, com quatro estações bem definidas."
3 - Climas Secos:
3a "Desértico / árido: as temperaturas médias anuais variam entre 20°C e 30°C, os índices de
precipitações não ultrapassam 250 mm ao ano.
3b. Semiárido / semi desértico: caracterizado por altas temperaturas podendo chegar a 32°C, os
índices pluviométricos são inferiores a 600 mm anuais e as chuvas são irregulares.
Climas Frios:
Frio (subpolar): possui índices pluviométricos anuais variando, dependendo da região, entre 200 mm
e 1000 mm, características de um inverno negativo e verão com temperaturas por volta de 10°C.
Frio de montanha: temperatura determinada pela altitude, quanto mais alto mais frio, mesmo em
regiões tropicais.
Polar: caracteriza-se por longos invernos e verões secos e curtos, temperaturas anuais sempre abaixo
de zero, e marcante presença de neve e gelo.
Texto de Eduardo de Freitas, disponível em https://brasilescola.uol.com.br/geografia/climas-no-
mundo.htm. Acessado em 31/07/2022 por Orlandir Cavalcante
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) estabeleceu o dia 5 de dezembro como o Dia Mundial do Solo. Podemos nos perguntar por que celebrar o solo? Muitas pessoas ainda não conhecem ou percebem a importância dos solos, e não sabem os riscos que correm se este recurso não for conservado. Para começar, o solo é um recurso natural não renovável. Ou seja, o solo que estamos perdendo por erosão, desertificação ou salinização não recuperamos mais, pois o processo de formação do solo é muito lento.
Normalmente nos preocupamos muito com a disponibilidade e qualidade da água, com a qualidade do ar, mas não podemos esquecer do solo! Esta fina camada que recobre a Terra é a responsável pela produção da maior parte do nosso alimento, das fibras e da bioenergia. Além disso, o solo tem funções básicas e muito importantes para nossos ecossistemas.
O solo fornece nutrientes essenciais para as nossas florestas e lavouras, filtra a água e ajuda a regular a temperatura e as emissões dos gases de efeito estufa. Os solos das florestas e das nossas pastagens e lavouras têm o potencial de contribuir para mitigar as emissões por meio do sequestro de carbono da atmosfera na forma matéria orgânica. Os solos são um grande reservatório global de carbono, armazenando mais carbono orgânico do que a vegetação.
Mas, infelizmente, os solos nem sempre são manejados da maneira mais adequada para favorecer o clima e a qualidade da água. Muitos solos que poderiam sequestrar o carbono da atmosfera estão liberando-o, adicionando dióxido de carbono na atmosfera e intensificando as mudanças climáticas. Mas o solo contém cerca de três vezes mais carbono do que a atmosfera, o que significa que fazer mudanças estratégicas na forma como os sistemas de solo são usados pode desempenhar um papel importante no combate às mudanças climáticas. Além disso, solos bem manejados têm sua estrutura preservada, favorecendo a infiltração de água, aumentando a recarga dos lençóis freáticos e evitando o escorrimento superficial e enxurradas, levando à diminuição das enchentes e da erosão.
O solo em sua condição natural exerce muito bem estas funções. E o grande desafio está em preservar o meio ambiente (e o solo é parte dele), garantindo a produção de alimentos, fibras e bioenergia para uma população que cresce e se torna cada vez mais exigente em qualidade.
Texto da EMBRAPA ( https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/57867457/artigo-por-que-o-solo-e-tao-importante-quanto-a-agua-)
Nessa aula fizemos um histórico da atual União Europeia (UE) e as principais instituições que a compõe.
Nessa aula tratamos dos modelos de produção industrial, em especial o taylorismo, fordismo e toytismo. Evidenciando suas caracteristicas principais. Seus objetivos e sobretudo as criticas em torno de cada um.
Slide da Aula - Industria - Modelos de Produção
A Declaração Universal dos Direitos Humanos ( DUDH ) é um documento base não jurídico que delineia a proteção universal dos direitos hu...